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quinta-feira, 25 de abril de 2013

A Liberdade é a Vida


Entre a liberdade e a vida há caminhos, montanhas, vales, planicies, estepes, glaciares e até oceanos. Apesar daquilo que as distância, sem vida não há liberdade e sem liberdade não há verdadeira vida. Por mais caminhos que haja para percorrer, por mais montanhas por escalar ou estepes por conhecer, por mais vales que existam por atravessar ou oceanos por navegar, a liberdade e a vida estão condenadas a se cruzar em prenúncios mais ou menos fugazes produzindo a dignidade de que ambas se alimentam.
Todos os seres cumprem o seu ciclo de vida na perfeição, excepto o homem, cuja vida é um continuo chegar e um contínuo partir pautado de decisões que o conduzem, em crescendo, por um destino  cada dia mais incerto e cada dia mais intenso na busca da liberdade.
25 de Abril de 2013

sábado, 26 de novembro de 2011

Escolhas de merda!...


Não é meu hábito ser tão directo, confesso que sou "redondo" de mais, na forma de dizer. Mas foi o título que me veio à cabeça e não lhe resisti. Ainda pensei, será que me saltou a tampa?... mas não, estava no sítio! Olhei à volta e... "tudo na mesma"!

Um país cheio de gastos, impossíveis de estagnar, independentemente dos permanentes garrotes. Deitado numa maca, no corredor de um hospital, cheio de médicos e paramédicos ao seu redor, cada um com seu choque terapeutico, à vez, para aplicar, em agonia, a um doente que devia estar numa cirurgia dirigida e organizada por chefe de equipa competente.

Mas não, continua no corredor do hospital, triado até à medula. Até já houve mudanças de turno. Mas foi só para dar continuidade à agonia, sustentando o enfermo preso à vida por mais garrotes, que vão sendo colocados à mercê das rupturas que vão surgindo e provocando novas hemorragias, não evitando as transfusões de sangue, que escasseia cada vez mais nos bancos nacionais de dadores, tendo que se recorrer a bancos de sangue de outros países.

É este o país moribundo que temos, que conhecemos faz umas dezenas de anos, entregue a equipas de médicos de merda, que não têm feito mais do que dar suporte avançado de vida ao enfermo, cobrando horas e mais horas extraordinárias e mais pareceres a colégios de especialistas, que mais não fazem que o troar de um coro sem maestro, tal é dissonância de vozes que o compõe.

Face a este estado, perguntaram à família do doente qual era a melhor equipa, qual preferiam? A família respondeu que gostaria de ouvir as partes que se propunham tratar o doente, para melhor decidirem. E não foi fácil tomar uma decisão, tal era o coro de soluções, de promessas, dum lado e do outro. Reunido o concelho familiar lá se decidiram por uma das equipas duma forma mais ou menos consensual, mas justa!

Mãos há obra, o doente, agora está bem entregue!

Nem saíram do corredor, foi mais do mesmo, garrote, atrás de garrote. Agora mais apertados, pois as hemorragias, não estagnam. A equipa que parecia dinâmica, fresca, radiante de esperança e realista, vira, ainda no corredor, para uma postura derrotista, medrosa, cobarde, dando o dito por não dito...

Reunida a família o diagnóstico foi consensual, se uma equipa não prestava, a outra não parece sair disso!

Duas equipas de merda... e agora?

sábado, 12 de novembro de 2011

Armando Vara - Confrontado por um Popular

Quanto à corrupção que lavra por esse país fora... já muito se falou. Chegou o momento de passar à acção e tratar estes senhores, que são julgados e que condenação após condenação, saem impolutos de todos os processos, sempre com a teoria da cabala política, DESTA MANEIRA!



Este senhor, se não fosse o Procurador Geral da República e o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, mandarem destruir os telefonemas que teve com o PM, não tinha salvação possível de uma condenação... assim trocou uns robalos por um pão de ló!

Se os tribunais, não conseguem sair dos processos para julgar os factos, que são públicos e conhecidos, podemos usar estes meios para desmascara estes senhores, para os enxovalhar, para que tenham vergonha de andar de cara levantada.

Grande momento de indignação este, os que se sentem revoltados revêem-se nesta posição e terão que divulgar este video, para que se repita mais vezes! Se todos tivermos esta coragem, no nosso país haverá menos corrupção, nós teremos que PAGAR MENOS IMPOSTOS e teremos um PORTUGAL MAIS JUSTO.

Isto é impossível! Uma treta, basta que queiramos! Os que dizem que é impossível são os que querem que isto continue na mesma, pois é disso que vivem, da lama e da trapaceirice!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

VIVA O 25 DE ABRIL!


Respondi ao desafio do Marco no http://www.cebola.net/, desta forma:


Muitos têm vergonha desta singela homenagem, que não passa de uma recordação tensa!... Porque não sabem como lidar com esta ideia. Uns porque a viveram, outros porque não a viveram. Uns por cá, outros (já) por lá.

Reconheço que não é fácil esta reflexão, sobretudo se nos barricarmos na ideia política do que representa o 25 de Abril para cada partido e, ainda mais, se nos identificarmos com algum desses partidos (o que me parece normal)!

Façam o exercício (os que puderem) de se representarem, hoje, com o 25 de Abril e sem o 25 de Abril!

Eu, sem complexos, nem barricadas, sinto-me mais livre e feliz, independentemente dos meus 13 anos à data. Independentemente da minha participação política, hoje, ser idêntica à que tinha antes do 25 de Abril, tenho consciência da minha liberdade, para assim poder ser, e se a situação actual alterar, para poder ter outra atitude, mais participativa ou militante.

A tudo isto chamo consciência cívica (que pode ser mais activa ou passiva), podendo manifestá-la, como o faço agora! E, isso, devo-o ao 25 de Abril!

Com a maturidade política do nosso povo, desejo, cada vez mais, que exijamos dos nossos políticos a "representatividade" pela qual foram eleitos e não a representação individual dos seus interesses. Um político, depois de eleito, aceita um mandato que lhe foi conferido pelo voto. Deixa de se representar a si próprio! Quem se quer representar a si próprio ou aos seus interesses, não pode ser político!

Quantos políticos activos conhecem que façam isto?

Viva o 25 de Abril! Não só pela Revolução que foi mas, sobretudo, pela Revolução que ainda tem que acontecer!