domingo, 15 de julho de 2012

É Impossível ficar calado!


Depois de ver estas imagens, os sentimentos confundem-se e já não se expressam, sente-se apenas... porque chegamos ao limite da decência, da liberdade, dos direitos e dos deveres. A fronteira esfumou-se, num inferno economicista, numa ditadura de mercados sem sentido, que impõe aos cidadãos o custo dos seus desmandes, sustentada em regimes "democráticos", onde os partidos escolhem os representantes (dos lobbys) que o povo elege!
Triste figura a nossa, que sustentamos o cenário deste video, legitimado pela autoridade do Estado! Nas eleições, cavamos a nossa sepultura... a extrema ironia!



Quem são os representantes escolhidos pelos partidos? 


Carreiristas que nunca souberam o que é trabalho! Muito menos o significado da palavra produção! Criar riqueza, ter responsabilidade social. Tudo lhes cai do céu, endeusados e alienados da realidade, bebados de baboseiras que dizem uns aos outros.
Perigosa cidadã (Madrid, 14 Julho 21012)

Quantas pessoas que votam em partidos, em eleições livres (a suprema ironia do establishement), sabem em quem votam?

Quantos deputados, votam em consciência? Quantos votam por disciplina? ... e existe uma grande diferença!

Quem me explicou o seu programa eleitoral? (...sem ser através dos debates inócuos da TV, que não passam de ataques pessoais sem conteúdo político)

A quem me devo dirigir, se aquilo com que se comprometeram com os cidadãos não está a ser cumprido?

Às máquinas partidárias?... 

No momento do nosso voto acontece o nosso eclipse, enquanto cidadão com direitos efectivos... começam o deveres! Enquanto foi folclore (...já dá licenciaturas) era só direitos, terminado o último estalo do foguete, tratam-nos da saúde!... pobreza de espírito de quem vota num regime destes!

O personalismo é uma marca, é a tua é a minha! A partir dele se constroem as relações, as interacções sociais e a responsabilidade. Quando nos afogam num colectivismo disfarçado de disciplina, mascarado de democracia, onde muitos se dispõem a anular-se em nome de um combate sectário e de interesses instalados, não existe igualdade (diferente de igualitarismo), nem liberdade, nem liberalismo. A expressão individual, a marca única da responsabilidade, dilui-se na nuvem da indiferença esmagada pela toxicidade dos lobbys. Por isso em Portugal, o carácter em política não é um critério, nem é escrutinado. 


Exemplos?... 
Pilantras como: Isaltino, Dias Loureiro e o pai político, Abel Pinheiro, Duarte Lima, José Sócrates, Jorge Coelho e tantos outros... esqueci um que ninguém fala, miguel relvas - o guru da consciência!




quarta-feira, 13 de junho de 2012

A MENTIRA DAS PPP's

Para que não fique esquecido!

Agora senhores políticos, Presidente da República, ex Primeiro Ministro, ex Ministros, ex Secretários de Estado que negociaram os contratos das PPP, processem o Jornalista José Gomes Ferreira. 

Porquê?
Porque ele disse a verdade!... e quem diz a verdade, neste país, é sempre condenado pela Justiça... 

Vamos lá pilantras... é a vossa hora! 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A Torre de Babel

A Torre de Babel





Como vem sendo hábito, o Francisco Barrosa não deixa este texto, cheio de actualidade, sem a subtileza que lhe é reconhecida, pegando em mundos distintos, divinos e mitológicos acrescentou-lhe os ingredientes necessários para nos dar a sua visão acutilante da realidade. A não perder o próximo desenvolvimento.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Dia Internacional do Trabalhador - Uma Ilusão?

Desde que me lembro das comemorações oficiais do Dia do Trabalhador, em Portugal, já lá vão 38 anos (não pertenci à resistência, mas admiro todos os que lutaram pela liberdade), este ano, a data reveste-se de um significado especial. Cada um, à sua maneira, deve deixar impresso, neste dia, a sua marca!

Nunca o 1º de Maio, neste 38 anos, decorreu no meio de tanto desemprego, precariedade, incerteza, ameaças à dignidade do trabalho e dos trabalhadores, no meio de tanta sonegação de direitos do trabalho, em nome de uma necessidade de recuperação que apenas olha por aqueles que mais contribuíram para situação em que a Europa e Portugal, em particular,  se encontram.

Em nome deste caos instalado, em que as medidas se contradizem e os responsáveis se desmentem a cada minuto, desnorteados pela ineficácia das suas medidas, cegos pela poeira que se levanta e lhes turva a vista a cada passo que dão no pantano seco, varrido por ventos de especulação, surgem novas bandeiras, como a da incerteza constante do emprego, o fim do emprego para a vida e outras bacoquices, que uns quantos pseudo-alinhados vão veiculando em nome da precariedade e da mobilidade  que enriquecem o currículo.

Personalizemos o pensamento por uns momentos, aliviemos o nosso pensamento de ruidos e pensemos nas ideias peregrinas do parágrafo anterior... É isto que desejas? Foi desta forma que se formaram grandes empresas, foi desta forma que se atingiu a estabilidade social, é desta forma que os países com desenvolvimento sustentado prosseguem os seus objectivos? Então o que se pretende com esta nova pseudo-mentalidade?.... que afinal não leva a nada, apenas alivia aparentemente, como a manta que não é suficiente para cobrir o corpo e que num movimento contínuo apenas o deixa mais exposto e desesperado.

Manifestação de Chicago 1 Maio de 1866
Nunca como hoje, é necessária a nossa intervenção, cada um como sabe ou pode, contribuido para por a nú a ineficácia do atoleiro onde nos meteram em nome de uma coesão europeia de que cada vez somos mais periféricos, porque cada vez mais endividados como país e cada vez mais desesperados como pessoas, acusadas de irresponsabilidade e entaipadas pelo espectro do desemprego, que nos é acenado a cada dia com mais vigor por gestores de conduta ética duvidosa, movidos por objectivos pouco claros e que procuram fundamentalmente benefícios pessoais a todo o custo e sem olhar a meios. Foi esta geração de gestores, que forjou resultados, que recebeu chorudos bonús e que empobreceu as organizações. Agora, com as empresas totalmente descapitalizadas, procuram o assalto final através de uma maior exploração do trabalho, da redução dos salários e dos direitos, colocando no lugar dos accionistas, que nos bons tempos dividiram os lucros, os trabalhadores, para cobrirem os prejuízos. É isto que nos espera se nada fizermos, se nos limitarmos a ser espectadores passivos de um teatro real, onde todos, activamente ou passivamente são actores.

Nunca como hoje, o 1º de Maio é a realidade que nos une e que fará de todos mais pessoas, resistindo ao papel de marioneta a que nos querem reduzir.

1º de Maio... Sim, não é uma ilusão!

É o primeiro dia, para muitos, de cerrar os punhos e de os levantar na cara dos oportunistas da crise, governantes e gestores vampiros, que esperaram pela "calada da noite, para sugar o sangue da manada".

terça-feira, 17 de abril de 2012

A camionete do Luís Cerejo

A camionete do Luís Cerejo










Faz algum tempo, a "camionete da carreira" animou-nos os serões e fez-nos recuar muitos anos. Hoje apresento-vos um livro de contos, escrito por um beirão, onde todos estes sentimentos se misturam.

Aqui fica, também, a nossa carreira para recordarem:
http://sjorgedabeira.blogspot.pt/2006/08/camioneta-da-carreira-iii.html

terça-feira, 27 de março de 2012

A QUANTOFRENIA

A QUANTOFRENIA

Terei todo o gosto de partilhar o texto de um amigo meu e de muitos que conhecem este sítio, o Francisco Barroso. Tenho a certeza que terão o maior prazer na sua leitura, mas vocês dirão!
Clique aqui!
João José Cochofel - 1988
O homem e o antropos-economico